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Vigilante feminina: qual o papel da mulher na segurança privada?

Na passagem do Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março, é importante reforçar a representatividade e entender as lutas que envolvem a figura feminina na segurança privada e no mercado de trabalho como um todo.

A atuação da mulher na segurança privada não se trata de uma novidade. Hoje, não existe mais “profissão de homem” e “profissão de mulher”. A igualdade de gênero abrange praticamente todos os setores da indústria e comércio, desde funções básicas até altos cargos de diretoria.

Este fato só tem a agregar nas dinâmicas da prestação de serviços. Um exemplo claro e não tão óbvio disto é o da segurança. A mulher na segurança privada pode desempenhar um ótimo papel em defesa das pessoas e do patrimônio.

Engana-se quem pensa que exercer a função de segurança exige especificamente força física. Pelo contrário, hoje com as novas tecnologias, este tipo de profissional precisa ter a mente tão preparada ou mais quanto o corpo.

Agilidade nas tomadas de decisão, pensamento crítico e ótima observação. Estas são só algumas das qualidades necessárias para que um ou uma vigilante exerça com excelência sua tarefa de proteção.

Por isso, é importante estar consciente do papel da mulher na segurança privada, e estar junto de parceiros que apoiem e incentivem a diversidade em suas empresas, tratando a todos com profissionalismo, igualdade e justiça.

Mulher na segurança privada – um longo caminho percorrido até aqui

Não poderíamos falar sobre este assunto sem citar a origem da data comemorativa de 8 de março – o Dia Internacional da Mulher.

De lá até aqui, um longo caminho foi percorrido, repleto de lutas e a superação de muitos obstáculos.

O início histórico da luta pelos direitos das mulheres teve início durante a revolução industrial. A partir deste período, a mulher que até então tinha como função cuidar do seu lar e dos filhos, avança para o mercado de trabalho.

A figura feminina passa a atuar nos ambientes das fábricas e empresas. Ou seja, transformando conceitos sociais sobre sua capacidade e seu papel estabelecido na sociedade.

Os períodos pós-guerra também foram significativos nesta transição. Uma vez que muitos homens acabavam se acidentando e até mesmo morrendo nas batalhas. Cabia então à mulher assumir o comando dos negócios da família.

Mas apesar do cenário a favor do aumento da relevância da mulher, havia ainda muito para evoluir. As legislações não eram justas e a diferença salarial entre os sexos, muito grande.

Após diversos movimentos feministas reivindicando direitos políticos e métodos contraceptivos, as mulheres conquistaram mais liberdade. Atuando de forma muito mais autônoma e igualitária.

Um destes movimentos, inclusive, deu origem à data do Dia Internacional da Mulher. Em 1917, um protesto reuniu um grupo de operárias em manifesto contra a fome e a Primeira Guerra Mundial. Mais tarde, este seria o marco de oficialização da data, reconhecido como celebração da “mulher heroica e trabalhadora”.

Pandemia e a mudança no mercado de trabalho

Com a luta das mulheres pela igualdade de gênero, vem também o desafio da jornada dupla. Tarefas da casa, família e filhos agora são compartilhadas com as demandas da carreira.

Naturalmente, os homens começaram a participar mais dos afazeres da casa, compartilhando as tarefas para estabelecer um equilíbrio na rotina.

Apesar disto, sabemos que ainda existe uma carga maior sob os ombros das mulheres, no que diz respeito à jornada dupla. Em muitas famílias, ainda é a figura feminina responsável pela administração total do lar e da família.

Em todo este contexto, mesmo com as dificuldades e desafios diários, as mulheres seguem sua luta de superar limites e quebrar as barreiras do preconceito.

Com a pandemia da Covid-19, a participação no mercado de trabalho como um todo diminuiu. E para as mulheres, o impacto foi ainda maior.

Segundo dados de uma pesquisa do Ipea – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, o percentual de mulheres no mercado de trabalho no terceiro trimestre de 2020 era menor que 46%. Para se ter uma ideia, este é o nível mais baixo já registrado desde 1990.

Especialistas afirmam que diante deste fato, pode-se observar que a pandemia intensificou o problema social já existente. Por exemplo, com as escolas fechadas, as mulheres precisaram ficar em casa cuidando dos filhos. Muitas vezes tornando-se inconciliável exercer as tarefas de mãe, dona de casa e profissional.

A representatividade feminina no Grupo Segura

A equipe do Grupo Segura conta com o talento de mulheres em diversas áreas da prestação de serviços.

A Segura tem como premissa valorizar o ser humano enquanto seu desempenho profissional. Para Avelino Lombardi Junior, diretor administrativo do Grupo Segura,

“A diversidade de gênero na equipe é muito natural, quando você avalia as pessoas por competências, acaba acontecendo naturalmente”.

Na área da segurança privada, características como capacidade de observação e atenção aos detalhes são de extrema importância. Qualidades estas que são mais comuns em pessoas do sexo feminino. Ou seja, contribuindo para que as mulheres tenham a tendência de performar muito bem em atividades de vigilância. Pois envolvem a competência de detectar, comunicar e inibir de forma ágil e efetiva possíveis ameaças.

Outro ponto positivo para a diversidade de gênero em empresas é a união de diferentes habilidades e opiniões, que enriquecem a qualidade do serviço. Na Segura, todos são tratados com igualdade e recebem as mesmas capacitações técnicas que garantem a excelência dos serviços prestados.

“No Grupo Segura, nós valorizamos o capital humano e os resultados sustentáveis. Homens e mulheres trabalhando em conjunto trazem muitas vezes visões e pontos de vista diferentes, mas é justamente isso que consideramos um fator de sucesso.” relata Avelino.

As mulheres do Grupo Segura

O Grupo Segura orgulha-se por ter a figura feminina presente em todos os ramos de serviços. No total, são 177 mulheres integrando a equipe.

São vigilantes, assistentes administrativas, operadoras de central de monitoramento e profissionais de limpeza e serviços gerais. A faixa etária é bem ampla, com colaboradoras de 18 a 75 anos, sendo a grande maioria entre 31 e 59 anos.

Procure sempre estar junto de parceiros que tenham uma visão aberta e inclusiva em seus negócios. A igualdade é uma pauta extremamente necessária nos dias atuais e todos devem colocá-la em prática. Feliz Dia da Mulher!

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