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Riscos na segurança patrimonial: sua empresa está exposta a esse perigo

Riscos na segurança patrimonial: sua empresa está exposta a esse perigo?

Nenhuma empresa está imune dos riscos na segurança patrimonial. Contudo, sofrer ou não com as consequências vai depender de como você se prepara para enfrentá-los.

Em qualquer atividade que desempenhamos existe a possibilidade de algo errado acontecer. E nas empresas isso não é diferente.

Não estamos imunes às falhas e elas podem causar prejuízos, comprometendo tanto a segurança como a saúde financeira dos negócios.

Agora, sofrer ou não com elas é uma questão de atitude.

Por isso, de forma bem direta, vamos explicar abaixo um pouco sobre o que são riscos na segurança patrimonial e o que você pode fazer para se preparar contra ameaças futuras.

O que são riscos na segurança patrimonial?

Os riscos na segurança patrimonial são resultado de uma ameaça que explora as vulnerabilidades existentes e, portanto afetam a segurança da empresa.

Sua origem está relacionada às atividades desenvolvidas e ao ambiente que a organização está inserida.

Podemos ilustrar esse cenário com alguns exemplos. Entre eles: processos inadequados, falta de controles internos, pessoas má intencionadas e outras causas.

Ter consciência desses riscos é o primeiro passo para se preparar para combatê-los. E é disso que falaremos a seguir.

Conhecendo os perigos que rondam a sua empresa

Quando se fala em riscos na segurança patrimonial muitos são os perigos que podem significar um eventual prejuízo para uma empresa.

Neste contexto, apresentamos alguns dos mais potenciais e que podem ser adaptados aos mais variados cenários:

  • Riscos institucionais: estão relacionados a reputação da empresa e aos movimentos do mercado. Eles incluem os prejuízos contra a imagem da empresa, a queda da capacidade de consumo, etc.
  • Crimes contra o patrimônio: são aqueles que atentam sobre o patrimônio da organização. Incluem a probabilidade de apropriação indébita, roubos, assaltos, fraudes, etc.
  • Riscos operacionais: estão associados a falhas nos processos que podem provocar prejuízos na produção ou para terceiros. Incluem: explosões, acidentes de trabalho, danos aos veículos, etc.
  • Riscos sociais: tratam-se de ameaças envolvendo a relação entre pessoas e a organização. Incluem: chantagens, assédios morais, greves, etc.
  • Riscos naturais: é aquele resultante de um desastre natural. Incluem uma inundação, raios que atinjam a empresa, etc.
  • Riscos legais: são derivados do não atendimento das exigências legais. Incluem: danos ao consumidor, processos trabalhistas, etc.

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Preparando a empresa contra ameaças futuras

Como você deve imaginar, é impossível eliminar todos os aspectos incertos que envolvem as atividades de uma empresa. Contudo, sempre vai existir a possibilidade de minimizar os prejuízos.

Para isso, é preciso conhecer quais são exatamente as fragilidades de cada negócio. Essa é a base para uma boa gestão dos riscos na segurança patrimonial.

Entretanto, é somente uma estratégia profissional e bem fundamentada que conseguirá estes feitos. Ou seja, poderá detectar, corrigir e prevenir sua empresa de situações irregulares.

Confira a seguir os passos mais importantes desse processo:

Identificação do ativo a ser protegido

Proteger todo o patrimônio da empresa com o mesmo nível de segurança se torna inviável. Por isso, é importante selecionar de forma criteriosa os ativos que serão protegidos e os que merecem medidas adicionais de segurança.

A partir desse cenário, deve-se fazer com que o investimento em segurança seja o mais adequado e eficaz possível dentro dessa realidade.

Identificação dos riscos

Nesta fase busca-se identificar as ameaças existentes, estabelecendo uma ligação com os ativos a serem protegidos.

Ela deve considerar não apenas os ambientes internos da instituição, como também, os fatores externos e novas ameaças que possam vir a surgir.

Análise das condições de vulnerabilidades existentes

Essa etapa é realizada por meio de inspeções e auditorias de segurança.

O objetivo com elas é coletar dados que sinalizem as limitações das medidas de proteção existentes. Mas também, avaliar se elas são capazes de contrapor às ameaças identificadas.

Avaliação de riscos

Com base nos estudos anteriormente citados, chega enfim o momento de definir quais são os riscos potenciais para a segurança patrimonial. Para isso, se medirá o quanto eles podem impactar na segurança, para depois, classificá-los em uma escala de prioridade.

É a partir dessas informações que a empresa contratada poderá confrontar os dados obtidos com os critérios adotados pela empresa e assim decidir qual o melhor tratamento.

Agora que você já sabe que existe a possibilidade da sua empresa estar exposta aos riscos na segurança patrimonial, não perca tempo. Converse com um dos nossos especialistas para descobrir como potencializar sua estratégia de segurança.