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Será que o meu condomínio é realmente seguro?

Investir em segurança é uma necessidade. Quando falamos em condomínios, onde a movimentação tende a ser maior, o tema levanta questões. Como saber se o condomínio é seguro? Segurança eletrônica é uma boa? Há outras alternativas?

Todo mundo quer ter mais segurança: na rua, no transporte público, no condomínioNão importa se é segurança eletrônica, física. Queremos mais segurança!

Pesquisas recentes dão conta de que o brasileiro está entre os que mais se preocupam com segurança.

Mas essa preocupação não é obra do acaso.

Nosso país, infelizmente, tem números pouco positivos em relação a esse tema.

Embora dados mais recentes tenham mostrado que o número de alguns delitos estão em ligeira queda, como homicídio e latrocínio, ainda não há muito o que comemorar.

Roubo e furto a condomínios, por exemplo, continuam aumentando. E só quem já teve a casa invadida por um meliante sabe o quanto isso é desesperador.

Mas podemos, juntos, seguir alguns passos no sentido de coibir – ou reduzir drasticamente – as chances de sermos surpreendidos com tais “visitas desagradáveis”.

Fatores que influenciam a segurança

Diversos fatores podem influenciar a questão da segurança. Uns são mais decisivos, outros, nem tanto. Vamos citar três deles: questões geográficas, aspectos comportamentais (das pessoas) e estruturais (características físicas do condomínio).

Questões geográficas

Não tem jeito. Cada nação apresenta uma característica bastante peculiar quando o assunto é segurança.

Há países que, por anos a fio, os índices de criminalidade beiram a zero, como na Islândia. 

Em outros, o nível de insegurança é crescente. Vários entram nessa lista. 

E existem aqueles que conseguiram dar um rumo certo para a questão. É o caso da Colômbia. Anos atrás, o país apresentava números desalentadores. Hoje, a situação melhorou significativamente.

Políticas de segurança pública eficientes, combinadas com boas estratégias de segurança privada, normalmente, geram bons resultados.

Aspectos comportamentais

Outro ponto que influencia na segurança ou insegurança do seu condomínio é a cultura comportamental – que muitas vezes pode mudar até de bairro para bairro.

Por exemplo, se os moradores de uma determinada localidade, mais conscientes dos perigos, estão sempre atentos para questões como portaria, monitoramento, alarmes, a tendência é que os criminosos evitem essa área.

O oposto também se aplica. Ou seja, se em um determinado residencial os moradores são mais negligentes, indiferentes ao que acontece à volta, certamente o local vai entrar no radar dos meliantes.

Estrutura do condomínio

Outro fator que interfere diretamente na segurança do seu condomínio é a própria característica estrutural. Por exemplo, se é murado, aberto, a quantidade de famílias morando, etc.

Quanto mais gente morando, maiores os desafios. Se não tem muro ou cerca, o cuidado deverá ser redobrado. E assim por diante.

Para driblar isso, muitos síndicos apostam em tecnologias de segurança, conscientização dos moradores, criação de uma Rede de Vizinhos.

No caso da Rede de Vizinhos, algumas mantêm uma linha direta com órgãos públicos, como Delegacias, ou serviços privados de segurança, o que agiliza na detecção e eliminação do problema.

Investir em segurança: uma necessidade

Agora, uma coisa é fato: investir em segurança nunca foi tão necessário.

Dados da Secretaria de Segurança Pública apontam que, em Blumenau, só no ano passado, foram registrados 561 furtos em residências.

Isso explica porque condomínios de pequeno, médio e grande portes estão fazendo esforço para contar com bons serviços de segurança e/ou vigilância privada.

Sendo assim, o raciocínio aqui é simples: quanto mais dificultamos a vida do criminoso, menores são as chances de sermos pegos de surpresa.

E, sejamos francos, quem não gosta de poder ir dormir tranquilo, sabendo que há profissionais sérios, preparados, cuidando da segurança da sua casa?

Segurança eletrônica

Em muitos casos, a segurança eletrônica pode ser a melhor saída, já que ela:

  • Inibe ações criminosas; 
  • Detecta intrusões; 
  • Comunica ocorrências. 

As tecnologias empregadas são as mais diversas, desde os conhecidos alarmes, até o circuito fechado de televisão – em que as imagens podem ser acompanhadas em tempo real ou gravadas. Ou seja, possibilitando o monitoramento vários ambientes ao mesmo tempo.

Sem análise, a solução falha

Agora passamos para o ponto seguinte: como decidir qual a melhor empresa de segurança a ser contratada?

Nem todas as empresas disponíveis no mercado fazem uma análise detalhada da realidade do seu condomínio.

Muitas, na ânsia de ocupar uma fatia cada vez maior do mercado, simplesmente aplicam soluções genéricas para todo tipo de situação. Fazendo assim, não levam em conta que o nível de segurança, muitas vezes, pode variar até dentro de uma mesma rua.

É por isso que o Grupo Segura sempre faz um diagnóstico detalhado das vulnerabilidades apresentadas em cada localidade onde vai atuar, considerando as características de cada condomínio.

A partir desse estudo, são sugeridas medidas para suprimir os riscos, otimizando rotinas e processos com o uso integrado de recursos.

Não aposte na sorte: fale com quem entende

Servindo a sociedade na área da segurança desde 1993, o Grupo Segura conta com atuação estratégica, especializada para condomínios.

Toda essa expertise é fruto de anos investindo na capacitação de seus profissionais, aquisição de viaturas, sistemas de monitoramento, entre outros fatores que resultam num serviço da mais absoluta excelência.

“Temos uma frota que está apta a responder, 24 horas por dia, todas as demandas de nossos clientes, com profissionais treinados a atender, no menor tempo possível, as diversas ocorrências do segmento”, explica o gerente operacional Gilmar Wruck.

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