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Grupo Segura > Segurança Pessoal Privada  > Como funciona a licença para uso de arma de fogo para vigilantes na segurança privada?
segurança privada

Como funciona a licença para uso de arma de fogo para vigilantes na segurança privada?

O convívio social em nosso atual contexto de sociedade globalizada, que une diferentes culturas e dinâmicas particulares de cada comunidade, coloca a segurança privada como uma necessidade básica do homem, tanto de seus bens como dele próprio.

A atividade da segurança privada é uma alternativa para quem busca a proteção da vigilância patrimonial.

Neste momento, o contratante pode contar com empresas especializadas e regulamentadas, que possuem as licenças e seguem os protocolos exigidos.

Garantindo não só a total confiabilidade, tranquilidade e transparência, como também a efetividade do trabalho.

Breve histórico da segurança privada no país

No Brasil, a regulamentação da segurança privada ocorreu na década de 60/70, derivada do grande aumento de assaltos a bancos.

No início, era executada apenas por instituições financeiras. Mas com o aumento da sua demanda, passou a ser operacionalizada por empresas particulares.

A partir de então, a legislação passou por atualizações e adequações à nova realidade. Serviços como escolta de cargas e proteção pessoal foram incorporados.

Por fim, em 1983 as atividades de segurança privada foram regulamentadas em todo o território nacional, decretando as normas para as empresas que exploram os serviços de segurança, vigilância, proteção e escolta.

Requisitos legais para segurança armada

As empresas necessitam de uma autorização do Ministério da Justiça, e são reguladas e fiscalizadas pelo Departamento de Polícia Federal para o exercício da segurança privada.

Entende-se como segurança privada a vigilância patrimonial de instituições financeiras e de outros estabelecimentos, públicos ou privados, bem como a segurança de pessoas físicas.

Sendo assim, seu objetivo principal é a atuação preventiva visando a integridade física das pessoas e do patrimônio.

Esta autorização de funcionamento envolve os serviços de: vigilância patrimonial armada ou desarmada, transporte de valores, escolta armada, segurança e vigilância pessoal privada.

O uso da arma de fogo deve levar em consideração o grau de risco do estabelecimento.

A sua utilização tem o propósito da defesa não só do patrimônio ou pessoa, mas também do próprio profissional de segurança.

A lei que regulamenta a profissão de vigilante (nº 7.102/83) é clara ao estabelecer que apenas vigilantes quando em efetivo serviço, possuem autorização para uso de armas de fogo.

A formação do vigilante armado

Para exercer a profissão de vigilante, a legislação estabelece a realização do Curso de Formação de Vigilante, com carga horária de 200 horas.

A cada 2 anos, é necessário passar pela reciclagem, com carga horária de 50 horas.

O Curso de Formação de Vigilante exige idade mínima de 21 anos e contempla diferentes disciplinas, tais como:

  • Armamento e Tiro;
  • Defesa Pessoa;
  • Educação Física;
  • Gerenciamento de Crise;
  • Legislação Aplicada e Direitos Humanos;
  • Noções de Segurança Privada; Segurança Eletrônica; Criminalística e Técnica de Entrevista;
  • Prevenção e Combate a Incêndios;
  • Primeiros Socorros;
  • Radiocomunicações;
  • Relações Humanas no Trabalho;
  • Sistema Nacional de Segurança Pública e Crime Organizado;
  • Uso Progressivo da Força;
  • Vigilância.

O serviço de Segurança Privada do Grupo Segura

O Grupo Segura conta com profissionais especializados em Segurança Pessoal Privada, que necessitam fazer a extensão de especialização nesta área.

O curso, a reciclagem e a extensão em Segurança Pessoal, são realizados em Escola de Formação de Vigilantes, credenciada pela Polícia Federal.

A empresa conta ainda com um programa de treinamento interno dividido em módulos, onde os vigilantes são treinados por instrutor especializado em Segurança Privada.

Suporte psicológico

O Grupo Segura possui um serviço de psicólogo para apoio aos profissionais de segurança.

O mesmo realiza testes psicotécnicos e avaliações dos vigilantes, além da avaliação psicotécnica realizada nos cursos de formação e reciclagem.

O uso progressivo da força

O uso progressivo da força diz respeito à seleção adequada do tipo de força usada pelo vigilante.

Nesse sentido, o profissional de segurança precisa saber, ao controlar um indivíduo suspeito ou infrator, qual nível de força é o mais adequado.

Conforme a resistência de reação do oponente, existem cinco graus de uso legal da força, escalonados por níveis. Conforme a seguir:

Nível 1 – Presença Física

Consiste na presença ostensiva associada ao posicionamento, uniformizado com a percepção do ambiente. Onde constitui fatores preponderantes a conter ou prevenir um crime, bem como evitar pessoas mal intencionadas.

Nível 2 – Verbalização

Consiste em abordar o agente infrator por meio de comunicação. Com voz firme e segura, e cadenciando o tom de voz de forma a controlar a situação.

Nível 3 – Controle de Contato ou Contato de Mãos Livres

Consiste no emprego de habilidades de contato físico para o vigilante controlar a situação. Compreendendo-se a técnica de mãos livres a imobilização e condução.

Nível 4 – Técnicas de Submissão

Consiste no emprego de força suficiente no intuito de deter o agente infrator, quando apresentar comportamento mais agressivo. Utilizando as técnicas de mãos livres adequadas e de agentes químicos.

Nível 5 – Táticas Defensivas não Letais

Uma vez confrontado com as atitudes agressivas do indivíduo, é justificado tomar medidas para deter de imediato a ação agressiva, e manter o controle do indivíduo. Ou seja, com o uso de métodos não letais através de gases fortes, forçamento de articulações e de equipamentos de impacto

Podendo ainda conforme a situação de utilização de arma de fogo, desde que excluídos os casos de disparo com intenção não letal.

O serviço de vigilância armada do Grupo Segura

O Grupo Segura oferece tanto o serviço de Segurança e Vigilância como o da Segurança Pessoal Privada.

Ramos de atividade como empresas privadas e pessoas, assim como condomínios residenciais, escolas privadas, bancos privados, casas, lojas, supermercados e shoppings necessitam de serviços de vigilância.

Em ambos os casos, o profissional de segurança pode ou não ter a licença para uso de arma de fogo. Ou seja, isto dependerá dos riscos avaliados na realidade de cada cliente.

O Grupo Segura irá prestar todo o suporte necessário relacionado à segurança. No perímetro, na estrutura física, nos recursos humanos e em todas as rotinas envolvidas na empresa.

Com foco na redução de danos, nossos profissionais são orientados para o objetivo de detectar as situações de perigo da forma mais eficaz possível. Otimizando também os processos de inibição e comunicação das ocorrências.

Com autorização emitida pelo Ministério da Justiça e Polícia Federal, atendemos empresas de pequeno a grande porte.

A personalização do projeto de segurança é feito de acordo com o entendimento da necessidade de cada contratante, atendendo às suas prioridades e foco do serviço.

Conte com os serviços e profissionais do Grupo Segura para proteger você, sua família, ou seu patrimônio. São mais de 20 anos de atuação e experiência no mercado!