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Evolução do setor de segurança privada: de onde viemos e qual o futuro?

Dentre as preocupações envolvidas no universo corporativo, a segurança é sem dúvida um dos pontos principais. O investimento na segurança privada vem tornando-se imprescindível para o desenvolvimento do negócio, unindo inteligência e tecnologia para resultados de excelência.

Em uma realidade em que as tecnologias vêm dominando o cenário da segurança privada, devido à sua capacidade de otimizar processos e trazer respostas cada vez mais rápidas, Nesse sentido, o futuro do trabalho vislumbra processos e profissões sendo parcialmente ou totalmente automatizados.

Uma grande mudança que impacta este contexto é o surgimento da IoT – a Internet das Coisas (em inglês, Internet of Things).

Ou seja, trata-se da conexão entre objetos, e objetos com pessoas, através de inovações trazidas pela revolução tecnológica.

Otimiza desde tarefas simples do dia a dia até grandes processos dentro das indústrias, por exemplo.

A IoT proporciona experiências de compra interativas, aumenta a produtividade dos sistemas da informação. E ainda auxilia na gestão dos negócios, na criação de novas estratégias e melhor compreensão do mercado de trabalho.

Com estas evoluções que impactam diretamente o mercado de trabalho, e que são inevitáveis, é necessário que as empresas estejam cada vez mais atentas às novas tecnologias.

E dediquem investimentos para garantir não só o melhor desempenho de seus processos, como também a segurança necessária para que tudo ocorra dentro do controle.

Evolução da Segurança Privada no Brasil

A defesa do homem e a necessidade de sentir-se seguro é tão antiga quanto a sua existência. Conforme o mundo foi evoluindo e o número de pessoas crescendo, os riscos relacionados a segurança também aumentaram, dando origem ao papel do vigilante

Foi necessário que pessoas desenvolvessem especialidades para atuar na função, preconizadas no vasto currículo do curso de vigilante. A formação tem extensões em áreas, tais como:

  • defesa pessoal;
  • uso progressivo da força;
  • armamento e tiro;
  • radiocomunicação;
  • gerenciamento de crise;
  • legislação aplicada e direitos humanos;
  • noções de criminalística;
  • primeiros socorros;
  • prevenção e combate a incêndios.

No Brasil, o primeiro registro de um grupo de segurança tem data de quase 400 anos atrás, em 1626. Tratava-se de um grupo de indivíduos que trabalhava voluntariamente para garantir a segurança da sociedade.

Quase 300 anos depois, com a Proclamação da República em 1889, a segurança passou a ser formada por serviços policiais e pela segurança patrimonial privada.

Na década de 40 

Instituiu-se a guarda noturna de Santos, como associação particular. Uma autorização para o funcionamento de guardas particulares, ocorreu em 1951, com o objetivo de auxiliar o poder público. Diversos roubos a bancos entre 1965 e 1970 justificaram a necessidade da função. 

Nos anos 70 

Outro passo foi dado para nascimento da segurança privada no Brasil, em pleno regime militar. Devido aos inúmeros sequestros e assaltos a banco, que não tinham nenhum tipo de sistema de segurança eficiente. 

A polícia, que não dava conta da demanda. Nesse sentido, determinou que toda a agência bancária tivesse pelo menos dois guardas privados armados. Surgindo assim oficialmente a segurança privada no país como atividade regulamentada por lei.

Fundamentos e organização 

Em 1983 foi promulgada a lei 7.102, de 1983, que estabeleceu os fundamentos da segurança privada. Em 1995 a portaria 992/95 acrescentaria, entre outras, o serviço de escolta de executivos e cargas valiosas

Segundo dados de 2018 da Fenavist (Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores) atualmente no Brasil existem empresas do ramo de vigilância em todos os estados, sendo que 47,6% do total exercem, exclusivamente, a atividade de vigilância patrimonial.

A incidência deste tipo de serviço se dá pelas suas atividades mais abrangentes, sendo utilizado principalmente por organizações comerciais e industriais, condomínios, prédios, residências, shopping centers, centros de eventos, etc.

O papel da Segurança Privada

A segurança privada possui papel fundamental na proteção de vidas e patrimônios.

O crescimento desta área se deve ao contínuo trabalho desenvolvido por empresas especializadas e profissionais qualificados. Mas principalmente, a utilização de novas tecnologias integradas que aperfeiçoam técnicas e táticas de segurança.

Atualmente no Brasil, em número de profissionais, a segurança privada ultrapassa a segurança pública. Mas engana-se quem pensa que as mesmas são concorrentes.

Há um trabalho de parceria entre os setores público e privado. Isso faz com que a expertise de uma se some à outra, resultando em melhoria de resultados para ambas.

Alguns exemplos que como a segurança privada pode beneficiar-se da parceria com a segurança pública:

  • Utilizar a segurança pública como fonte de informação em ocorrências específicas;
  • Desenvolver as forças policiais, de acordo com as necessidades das empresas privadas;
  • Criar procedimentos para que os agentes privados possam acionar a polícia em caso de necessidade de auxílio, ou para relatar informações;
  • Obter dados e informações sobre a criminalidade, como principais tendências e ameaças.

A Legislação da Segurança Privada

O órgão regulamentador e fiscalizador da segurança privada no Brasil é o Ministério da Justiça, através do Departamento de Polícia Federal.

Cabe a este conceder a autorização de funcionamento para empresas especializadas. Assim como, autorizar cursos e currículos de formação de vigilantes e controlar a aquisição e posse de armas e munições.

No âmbito da fiscalização, a Polícia Federal tem o papel de estabelecer a natureza e a quantidade de armas de propriedade das empresas autorizadas, assim como fixar o seu número de vigilantes.

A utilização de armas e munições para as empresas autorizadas se restringe ao uso do vigilante em posto de trabalho, indicando também o seu armazenamento.

Portanto, as áreas de atuação autorizadas para a Segurança Privada são:

  • Vigilância/Segurança Patrimonial, que é voltada a preservação de bens, patrimônios e riscos oriundos de ações criminosas;
  • Segurança Orgânica, que é o segmento das empresas que constituem o seu próprio organismo de segurança;
  • Segurança Pessoal, que pode ser ou não armado;
  • Curso de Formação, que é o treinamento para qualificação de vigilantes;
  • Escolta Armada, que é o acompanhamento motorizado armado;
  • Transporte de Valores, que são feitos pelas instituições financeiras e outras organizações.

O serviço de Segurança Privada do Grupo Segura

Como já sabemos, a segurança é um item primordial para uma empresa, condomínio ou residência.

A Segurança Privada nestes locais considera três momentos importantes: a identificação, a comunicação e o impedimento da ocorrência.

Para cada um deles, o Grupo Segura oferece uma solução específica. E também, quando necessário, a elaboração de um Projeto de Segurança, que envolverá a empresa como um todo, através de processos de fácil implantação.

Devidamente autorizado pelo Ministério da Justiça e a Polícia Federal, a Segura Segurança oferece hoje os seguintes serviços relacionados à Segurança Privada:

  • Segurança Patrimonial, voltado a empresas de pequeno a grande porte, com soluções inteligentes para a segurança de pessoas, bens e valores.
  • Segurança Pessoal Privada, que pode abranger a supervisão integral das rotinas diárias ou a atuação de forma pontual no acompanhamento de eventos sociais. O serviço conta com agentes altamente qualificados e domínio de idiomas específicos.
  • Segurança Eletrônica, onde alta tecnologia e segurança integram-se na elaboração de inovações voltadas a dispositivos que otimizam o gerenciamento e controle de acessos, sistema de vídeo-vigilância, soluções de alarmes, monitoramento 24h e sistema de comunicação.

Conte com o Grupo Segura para garantir a proteção e segurança do seu patrimônio. Conheça mais dos nossos serviços relacionados à segurança!