O Grupo Segura está com você
Com mais de 20 anos de atuação, o Grupo Segura, bem como asseio e conservação, e terceirização de serviços administrativos.


Blumenau

SEGURANÇA PRIVADA
Rua João Pessoa, 3.152
CEP 89036-004
47 3035 8009

SERVIÇOS
Rua Dr. Antônio Haffner, 389<br/>
CEP 89036-640<br/>
47 3035 4000

365 dias por ano

Atendimento 24 horas por dia

47 3035 8000

contato@gruposegura.com.br

Topo
 
Grupo Segura > Segurança Eletrônica  > Engenharia social – a técnica por trás da clonagem do WhatsApp
Engenharia social

Engenharia social – a técnica por trás da clonagem do WhatsApp

Os golpes no WhatsApp são frequentes e se multiplicam cada vez mais empregando as técnicas de engenharia social para ludibriar os usuários. É necessário que se fique atento aos cuidados para não se tornar mais uma vítima

A chegada e ascensão das tecnologias é algo, sem dúvida, muito benéfico e que pode otimizar muito as relações e processos nos dias de hoje.

Porém, assim como benefícios, podem também trazer dores de cabeça se não forem utilizadas com atenção e cautela. Todo o cuidado é pouco quando falamos em segurança de dados e privacidade.

Os chamados cyber ataques, ou também conhecidos como vírus, são realizados por hackers – como são chamados os indivíduos que se dedicam, de forma vigorosa, a conhecer e modificar redes de computadores, dispositivos e programas, com o objetivo de roubar dados ou simplesmente depredar sistemas.

Mensagens atrativas e convidativas por e-mail ou redes sociais são os tipos de cyber ataques mais comuns e os mais “eficientes”.

Isto porque as pessoas possuem naturalmente o intuito de ajudar e confiar no próximo, sem ter o olhar de desconfiança para as mensagens que chegam virtualmente.

A falta de conhecimento sobre este tipo de ameaça também é um fator de relevância que contribui para o sucesso destas atividades de má índole.

O golpe da clonagem do WhatsApp

Você conhece alguém que não tenha ou não use o WhatsApp? Esta rede social é uma das mais populares no Brasil e está presente em praticamente todos os smartphones.

Arquivos e mensagens por escrita, áudio ou vídeo são compartilhados todos os dias. A troca destes conteúdos é muito simples, tornando-se atrativa e prática para todas as idades – desde os mais jovens até a terceira idade.

Com este cenário, um dos ataques mais comuns é a clonagem ou sequestro da conta.

Como funciona?

Os criminosos coletam informações de contatos em sites de classificados, como nome, objeto à venda e número do celular.

Com os dados em mãos, fazem uma ligação para a vítima. Alegam que o tal anúncio está com problemas, e é necessário fazer uma liberação através de um código que será enviado via SMS.

Sendo assim, o código recebido deve ser informado pela vítima ao autor da ligação. A partir daí, o golpista consegue instalar o WhatsApp em outro dispositivo, fazendo a clonagem da conta.

Variações deste tipo de ataque, como o “golpe da festa” tem aparecido com frequência atualmente.

Seguindo a mesma prática do código por SMS, a vítima recebe uma ligação na qual é informada de que está sendo convidada para uma festa.

O evento pode ser de uma personalidade famosa, influenciador digital ou empresa. E claro, a confirmação da presença precisa ser feita também através do código recebido.

Como podemos observar, o mesmo golpe se desdobra em diferentes formatos. Os hackers procuram jeitos distintos de enganar cada vez mais pessoas.

Mas afinal, você deve estar se perguntando… 

Por que o interesse nas contas de WhatsApp?

Os dados são úteis aos criminosos, pois, uma vez que têm acesso às conversas e aos contatos, iniciam uma segunda etapa do golpe.

Os criminosos enviam mensagens fazendo pedidos a familiares e amigos da vítima, se passando por ela. Podem pedir dinheiro emprestado, por exemplo, fingindo estar passando por um momento difícil.

Desta forma, a fraude torna-se lucrativa, e quanto mais contas clonadas, maior o montante adquirido.

Não apenas pessoas comuns, em seus celulares pessoais, estão suscetíveis ao golpe. Mas também profissionais que representam empresas e lidam com contatos corporativos em seu dia a dia.

A forma mais eficaz de se combater o aumento do número de pessoas enganadas por esta prática criminosa é a conscientização e a instrução sobre o que fazer quando estiver nesta situação.

Entendendo a Engenharia Social por trás da clonagem do WhatsApp

Entende-se por Engenharia Social as práticas de se obter acesso não autorizado a informações sigilosas ou confidenciais de sistemas e empresas.

Acontece através de ações que exploram a ingenuidade das pessoas. Em que se cria, através de uma identidade falsa, um contexto fictício para coletar dados e informações pessoais das vítimas.

Ocorre principalmente pelo fato da maioria dos usuários não entender a dinâmica online. Ter falta de experiência no manejo da tecnologia. Ou ainda, a angústia e pressa em um momento de emergência financeira, e não se atentar aos detalhes.

Aproveitando estes pontos, os golpistas procuram por brechas para aplicar os seus golpes.

No dia a dia, na aceleração das tarefas, muitas pessoas esquecem de se atentar a isto. 

Orientações importantes 

Essas dicas devem ajudar a ficar atento e evitar cair neste tipo de artimanha, segundo o Professor Doutor em Comunicação e Linguagens, Moisés Cardoso:

No ato da compra do celular, procure por estabelecimentos comerciais sérios, competentes e de confiança. Muitos aparelhos à venda tem origem de furtos e já podem vir com seu sistema modificado.

– Troque as senhas dos seus aplicativos com frequência e mantenha-os sempre atualizados.

– Realize a verificação em duas etapas do WhatsApp. Em que se pede uma senha de quatro dígitos para garantir a segurança quando houver acesso em outros dispositivos.

Não clique e nem acredite em links que chegam nos grupos do WhatsApp. Estes podem estar disfarçados, trazendo o nome de um site ou página que não condiz com o verdadeiro destino do link.

Não forneça senhas por impulso! 

Espere, pode haver a possibilidade de se confirmar algo por meio de uma segunda etapa ou informação.

– Quando estiver em uma ligação e for solicitado a confirmação de uma senha, não forneça a correta na primeira vez. Se o sistema notificar como errada, forneça então a correta. Se a senha incorreta for aceita, significa que pode ser um golpe.

– Fique atento ao seu plano de dados. Se o consumo do seu pacote alterou rapidamente, pode ser que tenha algo anormal no seu celular gastando estes dados.

– Não salve o contato de familiares com o nome “mãe”, “pai”, etc. Isto facilita para os criminosos acessarem as pessoas mais próximas a você e estes tornam-se alvos fáceis no momento de desespero.

Por fim, em caso de cair em um golpe, faça um boletim de ocorrência. Isto oficializa o fato de você não ter mais responsabilidade pelo que os seus contatos estão recebendo a partir de então.

Grupo Segura tem profissionais treinados

O Grupo Segura é reconhecido pela qualidade dos serviços prestados. Nossa equipe passa por rigorosos processos de recrutamento, seleção e treinamento. Atualizações constantes que visam identificar ações de engenharia social e assim ficar sempre à frente de indivíduos mal-intencionados.

As equipes recebem ainda a supervisão periódica em cada posto de atendimento. Todo o serviço prestado pelo nosso time é executado por profissionais treinados e habilitados. Seja no exercício da vigilância ostensiva, em recepções ou no atendimento telefônico cada profissional sabe como agir em situações de emergência e identificar perigos e riscos ao cliente.