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crianças na portaria

Volta às aulas: cuidados com as crianças na portaria de condomínios

O período de voltas às aulas já chegou, e com ele vem uma preocupação a mais para os pais: cuidados com as crianças na portaria de condomínios.

A presença de crianças na portaria de condomínios, sejam de casas ou apartamentos é cada vez mais comum, uma vez que os pais optam por criar seus filhos nestes ambientes mais seguros. Mantendo-os assim distantes das perigosas ruas dos grandes bairros e centros das cidades.

Um item que garante mais segurança nestes locais é a existência de portarias, que fazem a filtragem de pessoas que entram, saem e circulam pelo condomínio. Muitas vezes com o auxílio de câmeras, toda a movimentação é monitorada e controlada.

Para que este controle ocorra de forma organizada, existem sempre normas que devem ser seguidas pelos moradores.

Assim, como todos os moradores respeitando o espaço do próximo, terão a liberdade de transitar sem preocupação, sem gerar conflitos ou incômodos.

É importante que se fique atento a esta dinâmica, principalmente com as crianças. Orientando-as sobre possíveis abordagens de estranhos, perigos recorrentes e como se prevenir para evitar situações indesejadas.

Perigos recorrentes das crianças na portaria

Crianças e adolescentes normalmente são destemidas e estão brincando, correndo, fazendo peraltices. Não possuem a percepção do que pode o que não pode ser feito. Isso as podem colocar em risco.

Por isso, é de suma importância que os pais sempre acompanhem seus filhos dentro do condomínio e até a portaria, ou que delegue esta função a alguém. Crianças com menos de 10 anos não devem nunca estar desacompanhadas, nem circular sem a supervisão de um adulto.

Muitas vezes os pais pensam que o porteiro pode supervisionar as crianças. Por exemplo, enquanto elas estão na área da portaria. Mas devem lembrar-se que esta não é uma responsabilidade dele.

Existem diversas atividades que o porteiro precisa desempenhar, então seu foco não pode estar voltado ao cuidado das crianças.

O elevador não deve ser usado como espaço para brincadeiras, nem das crianças usarem desacompanhadas.

Possíveis acidentes podem acontecer através da porta automática ou do painel de botões, que pode causar travamento no elevador. As escadas, da mesma forma, também devem ser evitadas.

Outro ponto de atenção é a garagem: mesmo quando há um limite de velocidade determinado, as crianças nunca devem usar este ambiente para brincar, nem mesmo com bicicletas ou skates. Por ser um local de constante movimento e manobras de veículos, torna-se extremamente perigoso.

Cuidados com as senhas de acesso

Os acessos por senha ou leitor biométrico são ótimas alternativas para garantir mais segurança, e funcionam muito bem para evitar que a criança saia do prédio sem a companhia dos pais ou adulto responsável.

Para o caso das crianças e adolescentes que vão e voltam sozinhas da escola, é importante reforçar o cuidado com as senhas de acesso, seja no portão ou portaria do condomínio.

Além de memorizar a senha, a criança deve ser orientada sobre o momento de entrada ou saída. Assim podem se atentar com possíveis pessoas mal intencionadas que podem se aproximar.

As crianças não possuem este olhar de desconfiança. Muitas vezes estão distraídas, a instrução dos pais neste caso se faz necessária.

O que fazer se for abordado por um estranho?

Mas se a abordagem de estranhos acontecer, o que fazer? Esta é uma questão delicada que deve ser muito bem explicada aos pequenos.

O tradicional “não fale com estranhos” é bem-vindo. As crianças são suscetíveis! Elas podem acabar cedendo ao pedido de um desconhecido, como abrir a porta para entrada no condomínio, por exemplo.

Outra dica neste caso é orientar a criança a recorrer ao porteiro ou síndico. Mas nunca conversar com a pessoa estranha sem a presença do responsável.

Dicas para garantir a segurança das crianças no condomínio

Fazer este monitoramento e controle nem sempre é tarefa fácil. Mas algumas dicas ajudam a garantir a segurança das crianças dentro do condomínio.

  • Controle de horários: estipular horários, não só na rotina de chegada e partida para a escola, como também nos momentos de brincadeiras, para que a criança não se distraia nestes momentos e fique à margem de riscos. Muitos condomínios possuem monitoramento por câmeras, auxiliando no acompanhamento do tempo exato de entradas e saídas da portaria.
  • Orientação aos funcionários do condomínio: é de suma importância que todos estejam cientes das normas do condomínio, incluindo não só o síndico como os demais funcionários da limpeza e manutenção dos prédios. Desta forma, em casos da criança estar desacompanhada ou em situação de risco, o funcionário mais próximo pode ligar para os pais ou responsáveis para comunicá-los.
  • Síndico-mirim: a escolha de um pequeno líder que seja responsável por ajudar o síndico na transmissão das regras e comunicação com os demais. Esta é uma alternativa adotada por alguns condomínios. Para as crianças, se torna uma brincadeira divertida, com eleição e campanha de votos. Para os adultos, facilita o diálogo e a busca por acordos e entendimentos.
  • Cronograma de atividades: para manter as crianças entretidas, em horários antes e depois da escola, pode-se criar um cronograma de atividades. Realizadas na área de lazer, playground ou salão de festas do condomínio, monta-se um ambiente como brinquedoteca, para dinâmicas em formato de jogos e oficinas.

As atividades irão prender a atenção dos pequenos e podem ser lideradas pelos próprios moradores do condomínio.

Crianças na portaria, todo cuidado é pouco

Além dos cuidados e dicas citadas acima, não se esqueça de sempre seguir as regras do condomínio, que já são estabelecidas pensando na segurança dos moradores.

A transgressão das regras internas, inclusive, é sujeita a penalidades previstas na convenção ou regulamento. Sendo respondida pelos pais, os responsáveis por zelar pela segurança de seus filhos.

As precauções que tomamos no dia a dia são redobradas quando se tem crianças na família, e todo o cuidado é pouco com a volta às aulas.

A união de regras firmes estabelecidas no condomínio, com boa comunicação e respeitada por todos, junto ao cuidado e atenção dos responsáveis, irão garantir mais segurança e consequentemente mais tranquilidade aos moradores.