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Arma de fogo ou segurança eletrônica: qual a melhor opção?

O uso de armamento pode parecer, à primeira vista, a alternativa mais extrema e eficaz para a segurança. Porém, é importante avaliar seus riscos e entender que o mercado hoje oferece inúmeras soluções voltadas à proteção eficaz de pessoas e patrimônio

Arma de fogo é um assunto sério e polêmico. Quando falamos em segurança, cada empresa, condomínio ou residência terá as suas necessidades específicas. Barreiras físicas, humanas ou tecnológicas agregam valores distintos para contribuir com a proteção do local.

Muitas vezes, podem surgir dúvidas sobre qual a melhor alternativa a se adotar. A verdade é que uma não excluirá a outra, mas tudo depende da estratégia de segurança a ser aplicada.

Ao pensar em segurança humana, logo nos vem à cabeça a figura do guarda ou vigia armado. Por si só, sua presença desperta certo receio e identifica o local como seguro.

Porém, com todas as tecnologias disponíveis atualmente no mercado, o segmento da segurança ganhou um extenso leque de possibilidades. Soluções que aperfeiçoam processos e reduzem os investimentos já são uma realidade.

Diante disto, pode surgir a seguinte questão: a melhor opção é a arma de fogo ou a segurança eletrônica?

O uso da arma de fogo no Brasil

A utilização e comercialização da arma de fogo no Brasil passaram por diversas etapas de entendimento. Em 2005, o estatuto do desarmamento não aprovou a proposta do artigo 35, que visava proibir a comercialização de armas de fogo e munição em todo território nacional.

A discussão sobre a proibição ou não da comercialização das armas de fogo no Brasil foi levada para decisão popular. Cerca de 59 milhões de pessoas participaram da votação, resultando em mais de 60% optando pelo “não” à proibição.

Hoje, 16 anos após o referendo, dois importantes dados são observados: o aumento expressivo no número de vendas de armas de fogo no país; e que em 71% dos homicídios no Brasil o agressor utiliza uma arma de fogo.

Trata-se de alto índice de mortes relacionadas ao uso da arma de fogo. Apesar disto, tramitam pelo cenário político, normativas para maior flexibilização da compra de armamento.

Segundo dados da Polícia Federal, é crescente o registro de armas compradas por cidadãos comuns. De 2017 para 2019, o número cresceu em mais de 65%.

Neste contexto, ressurge a discussão sobre o quão correto é, e o quanto deveria avançar na acessibilidade às armas de fogo no país.

Posse de arma X porte de arma

É importante diferenciar a posse de armas do porte de armas. A posse indica a permissão para compra da arma de fogo. Hoje no Brasil é permitida a posse de arma pelos cidadãos comuns, porém, com algumas regras referentes ao seu registro e comercialização.

Já o porte de arma é a autorização para que o indivíduo ande com ela e também a utilize. Atualmente no país esta permissão é restrita a policiais, membros da Força Armada, profissionais da segurança pública e agentes de segurança privada.

Para realizar a segurança armada, as empresas de segurança privada precisam ser autorizadas pelo Ministério da Justiça. Ou seja, são regulamentadas e fiscalizadas pelo Departamento de Polícia Federal, atuando preventivamente para integridade física de pessoas e patrimônio.

Além disso, vigilantes que exercem sua função portando arma de fogo possuem autorização para uso apenas enquanto estiverem em serviço (lei nº 7.102/83 – regulamento da profissão de vigilante).

Pontos de atenção para a posse de arma

Com a ideia de que estar armado em casa irá garantir maior segurança, muitas pessoas acabam adquirindo o seu próprio armamento. Porém, é extremamente importante destacar que a arma de fogo pode representar um risco para a família.

Listamos a seguir pontos de atenção ao se ter uma arma em casa:

A curiosidade das crianças

Infelizmente, ouvem-se diversos casos de acidentes com crianças envolvendo armas em casa. Devem ser guardadas em locais extremamente seguros e fora do alcance dos filhos. Ao contrário disso, a arma pode tornar-se um brinquedo aos olhos da criança, resultando em um final trágico.

Brigas e momentos de raiva

Quem nunca presenciou uma briga séria em casa ou entre vizinhos? Momentos de surtos psicóticos podem acontecer. Desavenças de casal e problemas familiares em geral. Nestas ocasiões, ter uma arma ao alcance pode proporcionar um desfecho indesejado.

Isto sem falar nos casos de violência contra a mulher. No Brasil, os dados apontam um cenário alarmante. Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, nove em cada dez casos de feminicídio (quando a vítima morre por causa de seu gênero), a mulher foi morta por um companheiro ou ex-companheiro.

Acidentes domésticos durante o manuseio

Ao adquirir uma arma, o indivíduo pode ficar empolgado para manuseá-la, por exemplo.

Uma pessoa comum obviamente não terá o mesmo nível de conhecimento de um policial ou profissional da segurança. Por isso, não são raros os casos de acidentes envolvendo o manuseio incorreto do armamento.

Autoafirmação em grupo de amigos

Em situação parecida com a citada acima, o fato de ter uma arma e exibi-la ao grupo de amigos pode terminar mal. A euforia do momento junto à necessidade de autoafirmação aumenta a probabilidade de descuidos e, consequentemente, um acidente fatal.

Roubo da arma

Se a arma do cidadão for roubada em um assalto, poderá ser usada pelos bandidos para cometer crimes. Desta forma, se o roubo não for notificado às autoridades, o detentor da posse pode ser responsabilizado pelos crimes decorrentes dessa arma.

Risco em momento de vulnerabilidade

Doenças e problemas relacionados à saúde mental são cada vez mais frequentes.

Situações de vulnerabilidade podem desencadear o pensamento de suicídio, como em casos de depressão. A arma então se tornará ferramenta fácil, pela simplicidade de acionar o dispositivo sem chance de sobrevivência.

Benefícios da Segurança Eletrônica

Não podemos negar os riscos elevados que o indivíduo assumirá ao optar por ter uma arma de fogo em casa. Mas esta é uma decisão individual, em que cada um irá avaliar os prós e contras e decidir o que é melhor para a proteção da sua família e patrimônio.

A boa notícia é que as soluções de segurança que oferecem um leque muito amplo de opções. E ainda, quando unidas à tecnologia, muito se tem a ganhar.

A segurança eletrônica possui uma extensa gama de dispositivos que integram segurança e tecnologia de ponta. Estes permitem o gerenciamento e controle de acesso, sistemas de vídeo-vigilância, alarmes e monitoramento 24 horas, por exemplo.

Com o Grupo Segura, é possível criar projetos completos através de sistemas integrados. Além dos equipamentos inovadores, nossos profissionais são intensamente capacitados para oferecer conhecimento e excelência em cada entrega.

Os serviços visam a proteção de casas, escritórios, estabelecimentos comerciais e espaços públicos contra intrusões, arrombamentos, incêndios e outras irregularidades no local protegido.

O monitoramento conta também com a vigilância e ronda por câmeras. A qualquer sinal de anormalidade, a central e as devidas autoridades são acionadas.

As respostas ágeis e precisas garantem maior proteção e também um excelente custo benefício, inclusive na redução de gastos com seguro.

Entre em contato conosco e saiba mais sobre os recursos da segurança eletrônica!

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