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sistema de segurança residencial

Como tirar o máximo proveito de um sistema de segurança residencial

Um sistema de segurança residencial é mais efetivo quando atua em camadas, com serviços integrados a uma central de monitoramento.

As tecnologias empregadas para a segurança das casas têm evoluído ano a ano. Basta um passeio atento por um bairro para constatar que o arsenal de qualquer sistema de segurança residencial varia de simples barreiras de acesso a equipamentos integrados e totalmente automatizados. 

E mesmo assim, a maioria do que se vê parece não ser páreo para as artimanhas usadas pelos criminosos. Por vezes nem mesmo a alta tecnologia parece ser eficaz. E sabe por que isso acontece? É simples: sistemas eletrônicos não agem sozinhos!

A segurança residencial não deve ser encarada como algo que se compra no balcão.

É preciso ter conhecimento técnico para fazer as escolhas corretas e também para saber operar o sistema. Caso contrário, é bem possível que o ambiente fique exposto à ação mal intencionada, causando danos ao patrimônio ou, pior, colocando vidas em risco.

Para cada problema, uma solução

Usuários comuns costumam não ter conhecimento técnico necessário para fazer boas escolhas. A tendência é que eles subestimem ou superestimem a necessidade de equipamentos. É muito comum que se façam escolhas que irão gerar uma falsa sensação de segurança.

Isso pode acontecer por diversos fatores. Um deles é a não conformidade com a necessidade do ambiente para o qual foram contratados. Exemplos disso se tem aos montes:

  • câmeras instaladas em garagens com baixa resolução ou com imagens que são ofuscadas pelos faróis dos carros;
  • alarmes instalados em varandas que disparam com frequência porque são indicados para áreas internas;
  • usuários que apostam toda a sua segurança em um único equipamento;
  • sensores de alarmes que parecem operantes, mas não têm bateria suficiente para comunicar a intrusão.  

Todos estes problemas, e muitos outros, poderiam ser evitados, com a ajuda especializada e um planejamento. Fato que deve ser antecedido por uma criteriosa análise de riscos.

Escolhendo o melhor sistema de segurança residencial

A escolha de um sistema de segurança residencial deve partir de uma análise técnica do ambiente, feita por especialistas em segurança habilitados para o procedimento.

Ao visitarem a residência, os profissionais devem avaliar as condições do local e os pontos críticos. A partir deste estudo, elaborar um projeto que indicará e dimensionará as tecnologias e os procedimentos mais adequados.

Nele, todas as vulnerabilidades do ambiente devem ser detalhadas. Deve-se levar em conta:

  • o perímetro;
  • a vizinhança;
  • as possíveis rotas de fuga;
  • o ambiente interno;
  • os pontos críticos de todo o sistema.

Além dos recursos tecnológicos, devem ser considerados os procedimentos e as pessoas envolvidas.

Proteção em camadas: um recurso inteligente

Independente das necessidades de cada local, é importante que se tenha em mente que mesmo o mais potente dos recursos não deve ser utilizado de forma independente.

É preciso que sua utilização esteja combinada, incluindo diferentes recursos e objetivos. Criar barreiras de acesso, uma após a outra, dificulta o acesso de criminosos à residência.

A utilização de um sistema de segurança residencial que combine múltiplas camadas será mais eficaz. Além disso, oferece um melhor custo benefício.

Em geral, a primeira camada faz a proteção do perímetro,

a segunda camada são as barreiras que protegem as paredes da casa

e a terceira camada se refere ao interior dos cômodos.

Tecnologias disponíveis para a proteção residencial

Cada um dos ambientes que compõem uma casa exige um diferente sistema de segurança residencial. As opções são diversas e são mais efetivas quando contam com sistemas monitorados, 24 horas por dia, 7 dias na semana.

  1. A proteção de perímetro, como vimos anteriormente é a primeira linha de defesa contra um intruso. As opções mais comuns são cercas elétricas, concertinas e barreiras de Infra Vermelho Ativo.
  2. A proteção da segunda camada inclui as portas e janelas da residência. Recomenda-se sistemas de alarme e videomonitoramento, além de sensores de impacto.
  3. A proteção interior se enquadra na terceira linha de defesa de um sistema de segurança residencial. Para monitorá-la os moradores podem contar com sensores de movimento, que identificam se há alguma atividade específica em determinada área.

A segurança doméstica pode ir além destes equipamentos

Os sistemas de segurança estão cada vez mais modernos e totalmente integrados à internet. Tudo pode ser controlado na palma da mão, da tela de smartphones ou tablets.

Fazer a manutenção preventiva dos equipamentos também é de suma importância para o funcionamento “full time” do sistema. Além disso, ela é primordial para que a segurança acompanhe às inovações tecnológicas. Pode-se citar como exemplo a troca das câmeras de baixa resolução por tecnologia HD ou Full HD (de alta definição).

Agora que você já conhece os caminhos que te levarão à escolha do melhor sistema de segurança residencial, encerramos nosso artigo com uma questão essencial: você está realmente seguro em sua residência? Para obter esta resposta com precisão, contate um de nossos consultores. O Grupo Segura está com você, sua família e seu patrimônio.

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