O Grupo Segura está com você
Com mais de 20 anos de atuação, o Grupo Segura, bem como asseio e conservação, e terceirização de serviços administrativos.


Blumenau

SEGURANÇA PRIVADA
Rua João Pessoa, 3.152
CEP 89036-004
47 3035 8009

SERVIÇOS
Rua Dr. Antônio Haffner, 389<br/>
CEP 89036-640<br/>
47 3035 4000

365 dias por ano

Atendimento 24 horas por dia

47 3035 8000

contato@gruposegura.com.br

Topo
 
Grupo Segura > Segurança para Empresas  > Roubos a caixas eletrônicos: saiba como agem as quadrilhas e proteja-se
Roubos a caixas eletrônicos: saiba como agem as quadrilhas para se proteger

Roubos a caixas eletrônicos: saiba como agem as quadrilhas e proteja-se

Entenda como acontecem os roubos a caixas eletrônicos, quais as estratégias usadas pelos criminosos e o que você pode fazer para evitar essa situação.

Assaltos e roubos nas agências bancárias costumam ser um temor para as instituições, os funcionários e seus clientes.

Mais ainda, em época de fim de ano, onde os ataques costumam ser mais frequentes.

E há uma razão simples para isso: com mais dinheiro em circulação e o intenso fluxo de pessoas, as agências bancárias se tornam alvos atraentes para os criminosos.

Com artimanhas cada vez mais organizadas, nem a presença vigilantes e sistemas eletrônicos de segurança parecem ser suficientes para conter a ação das quadrilhas especializadas.

Para se proteger, os bancos precisam ficar atentos. Entender como agem as quadrilhas, para identificar suas vulnerabilidades e se prevenir destes ataques.

Para ajudar nesta complexa tarefa, separei algumas dicas que poderão servir como guias para evitar estes ataques e intensificar a segurança nestes locais.

Entenda como agem as quadrilhas envolvidas nos ataques

Os roubos a caixas eletrônicos costumam ser crimes que nascem da observação e da troca de informações entre criminosos.

A ação costuma ser amplamente planejada e os alvos são escolhidos de acordo com a facilidade.

Os bandidos estudam, antes dos ataques, as vulnerabilidades das agências bancárias e as rotas de fuga.

Para isso usam de informantes – que muitas vezes são pessoas comuns, que passam a informação despretensiosamente, sem saber que estão conversando com um bandido – para conhecer as rotinas de cada local, saber quando os caixas estarão abastecidos e os caminhos mais fáceis para saírem ilesos e fugirem rapidamente.

Tudo meticulosamente é organizado. Inclusive as funções que cada bandido desempenha no roubo e as ferramentas utilizadas.

Os roubos a caixas eletrônicos acontecem, em geral de madrugada, entre meia noite e cinco horas da manhã.

Com mais frequência no final e nos primeiros 10 dias do mês, que é quando a mais dinheiro em circulação nas ruas.

De olho no perfil dos criminosos  

Autoridades e empresas de segurança alertam os bancos sobre dois perfis de criminosos, habitualmente envolvidos nos ataques.

O primeiro deles, são os bandos amadores. Estes, em geral, estão envolvidos com furtos menos complexos e formados ao acaso.

São meliantes que não dominam o uso de explosivos, agem aleatoriamente e com armamento simples.

Além deste, há um perfil de criminosos mais especializado. Eles em geral estão envolvidos com outros crimes e contam com uma rede de contatos bem organizada.

O bando, formado por equipes que variam entre 3 e 10 pessoas, é composto por pessoas experientes no crime.

Usam armamento pesado, costumam ser mais agressivos e planejam os seus ataques, da escolha do alvo até as rotas de fuga.

Roubos a caixas eletrônicos devem aumentar no final do ano

Conforme relatei anteriormente, o período onde há mais movimentação de dinheiro nas ruas é o momento preferido dos bandidos envolvidos nos roubos a caixas eletrônicos.

Isso faz com que não apenas as datas de pagamento se tornem momentos oportunos, como também o período de final de ano.

Segundo estatísticas, já é tradição os crimes aumentarem entre os meses de outubro à dezembro. Por isso todo o cuidado é válido.

Como os bancos devem agir para se proteger

Roubos a caixas eletrônicos, por serem realizados por quadrilhas especializadas requerem mais atenção.

O foco deve estar no trabalho de inteligência, na ação integrada e de prevenção.

Isso pode acontecer de diversas frentes, sempre com a orientação de equipes especialistas, experientes para combater este tipo de crime.

A proteção deve agir em camadas e ser capaz de dificultar a ação dos meliantes, que reúnem um verdadeiro arsenal para obter sucesso em seus crimes.

Dinamites; cilindros de gás; serra industrial; maçarico; furadeira elétrica; máscaras e bloqueadores de sinal de telefonia móvel; internet e do próprio sistema de segurança das agências são ferramentas comumente utilizadas.

Para gerar respostas que estejam a altura dessas táticas, os equipamentos de proteção precisam ser tão potentes quanto elas, visando especialmente, inibir a ação dos bandidos.

Neste sentido, além de barreiras físicas, da presença de vigilantes e de sistemas eletrônicos avançados um equipamento tem se destacado – o gerador de neblina.

A solução integra  softwares inteligentes, sensores e uma névoa artificial que age em segundos.

Sua ação atinge a visão e a audição do ladrão gerando nele uma completa desorientação para evitar que o crime aconteça.

Percebeu como é importante saber como agem os bandidos envolvidos nos roubos a caixas eletrônicos para se proteger contra eles?

Se você gostou das dicas, compartilhe este conteúdo em suas redes sociais e comente nesse post.

Grupo Segura

Empresa de segurança privada e serviços de terceirização. Atuamos há mais de 20 anos no mercado, garantindo o melhor atendimento, através de profissionais treinados e capacitados, prontos para lhe atender.