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proteção perimetral

Será que a proteção perimetral da sua residência é suficiente?

Barreiras físicas podem inibir a ação de criminosos – mas, ao mesmo tempo, também podem despertar o interesse deles, especialmente se esta proteção se limita a proteger os limites externos do terreno.

A proteção perimetral é essencial para proteger a sua casa e a sua família. São equipamentos que tentam inibir a ação de assaltantes nos limites do terreno de uma casa. Nessa realidade, entram em ação muros, cercas (elétricas ou não), concertinas e outros recursos mais.

No entanto, como são bastante visíveis, podem causar o efeito inverso, provocando o interesse do criminoso. Sem contar que elas são facilmente burláveis e por isso, sozinhas não apresentam uma eficácia tão boa.

O que é proteção perimetral?

A proteção perimetral tem como foco prevenir a invasão de propriedades, alertando e impedindo que pessoas mal intencionadas entrem no local.

Neste caso há basicamente três tipos de barreiras utilizadas: as físicas, as tecnológicas e as psicológicas. Vejamos o que pode incluir cada uma delas:

Física

Na categoria das físicas entram: muros, cercas (elétricas ou não), arames farpados e concertinas.

Tecnológica

Já nas tecnológicas, entram alguns dispositivos eletrônicos de segurança, que ajudam a reforçar essas barreiras. Um exemplo são os sensores externos e câmeras, comumente instalados sobre os muros.

Psicológica

Por último, a proteção psicológica, que visa criar uma perceção de risco que pode inibir a ação dos criminosos, como placas, a presença de cães de guarda e até de vigilância ostensiva.

Contar com esses equipamentos é suficiente?

Quando a intenção é assegurar a proteção de uma residência e das pessoas que vivem ali, o ideal é que o local tenha redundância de segurança. Ou seja, priorize a parte de dentro da casa e depois vá avançando até chegar nos limites dessa propriedade.

Assim, a residência fica protegida por várias barreiras, cobrindo toda a sua base, tornando o sistema mais eficiente.

Portanto, como norma geral, pense na sua casa como uma série de barreiras que você cria entre o que quer proteger e o delinquente.

Dessa forma, o ideal é contar com um sistema completo, que tenha capacidade de proteger tanto as áreas ao ar livre, como também os diversos pontos de acesso e as áreas internas da sua casa.

5 sinais de que a sua casa precisa de uma proteção extra

Nem sempre os sinais de que a casa está pedindo um reforço na segurança são tão visíveis aos olhos. Por isso, preparamos uma lista com 5 situações que devem ser observadas para que a segurança das pessoas e do seu património sejam assegurados.

  1. Sua casa aparenta ser de fácil acesso e está menos protegida do que a do seu vizinho. Entrar nela pode requerer menos esforço e por isso representa menor chance do criminoso ser pego. Portanto, ela pode ser a predileta entre as várias opções.
  2. Os dispositivos de segurança que você usa não cobrem todo o imóvel, ou seja: o interior da casa, a área externa (jardins, o quintal e acessos) e o perímetro do imóvel (muros, grades e cercas).
  3. As trancas de portas, janelas e portões não estão em bom estado.Fechaduras antigas, sobretudo as do tipo “cilindro” são obsoletas e levam poucos segundos para serem abertas
  4. A iluminação do imóvel é deficiente. A escuridão aumenta o risco de arrombamentos, mascarando a presença de intrusos
  5. Saliências, plantas, cantos e vãos nos muros ou paredes da edificação dificultam ou impedem a visualização da presença de estranhos.

Se você se identificou com esses alertas e está preocupado com a segurança da sua casa não adie a sua decisão.

Afinal, se estamos falando do seu lar, a palavra chave de qualquer ação é a segurança daquilo que mais importa pra você: a sua família.