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Como saber se minha empresa precisa de vigilância armada

Como saber se minha empresa precisa de vigilância armada?

Os serviços de vigilância armada prezam pela segurança das pessoas e seus patrimônios. Mas, como saber se essa contratação será benéfica ou não para sua empresa?

Se você já pesquisou sobre serviços de segurança, certamente já ouviu falar da vigilância armada.

Este tipo de serviço ganhou força na atualidade. Em especial pela crescente onda de violência que o nosso país tem enfrentado.

Mas, porque estamos te falando tudo isso?

Os serviços de vigilância armada são relevantes para as empresas por diversos fatores.

Porém, quando as escolhas que envolvem essa contratação são feitas por impulso, podem causar um efeito contrário, oferecendo grandes perigos para uma empresa.

Para evitar problemas é preciso estar atento à detalhes. Por isso, é que estamos aqui.

Reunimos neste artigo algumas dicas que servirão de alerta para que você não erre na contratação.

Saiba avaliar os requisitos que um trabalho de qualidade deve ter e entenda, a partir deles, se a vigilância armada é uma estratégia de segurança recomendada para sua empresa.  

Conheça as atribuições da vigilância armada

O principal objetivo dos serviços de vigilância armada é garantir a segurança física das pessoas e a proteção dos bens materiais, sempre atuando de forma preventiva.

Para isso, e a partir de estudos de risco, vigilantes são posicionados em pontos estratégicos dos estabelecimentos.

Nestes locais esses agentes devem ter um amplo ângulo de visão, para eliminar o fator surpresa e garantir que a segurança do local seja efetiva.

Com essa finalidade, fazem parte das atribuições dos vigilantes:

  • Controlar o fluxo de pessoas e outras anormalidades
  • Inspecionar volumes e cargas
  • Fazer rondas nas instalações
  • Verificar o estado de equipamentos e, se portas e janelas estão devidamente trancadas
  • Cuidar da segurança de funcionários e visitantes
  • Acompanhar imagens de monitor na guarita
  • Atuação em caráter preventivo, inibindo e impedindo ações delituosas.

É importante destacar que, independente das funções que o vigilante exercer, ele só poderá trabalhar armado dentro do referido estabelecimento.

Escolhas erradas na contratação são um perigo

Cada empresa precisa de um tipo de segurança que vai variar de acordo com a sua estrutura e a natureza da sua operação.

Para algumas delas, serviços de monitoramento eletrônico já são suficientes. Enquanto outras, que estão mais propensas a serem atacadas, exigem que as camadas de proteção sejam reforçadas para mantê-las em segurança.

Para esses casos, a vigilância armada tem se mostrado uma solução ideal.

Entretanto, é apenas com o curso de segurança armada e o certificado de vigilante que o profissional estará apto a desempenhar suas funções. Caso contrário sua atuação não será considerada legal.

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Exigências que você deve fazer ao optar por esse serviço

Com o mercado aquecido por conta da violência, a oferta destes serviços tem se diversificado no mercado. O que exige que as pessoas sejam mais cautelosas nas suas escolhas.

Antes de optar por esse tipo serviço, é importante verificar se estas empresas atendem as exigências legais e oferecem garantias da qualidade dos seus serviços. Alguns pontos críticos a serem avaliados:

Confira o histórico da empresa e colha informações

Vá além da proposta recebida do representante da empresa. Em primeiro lugar é importante certificar in-loco e com os órgãos regulamentadores a idoneidade das informações fornecidas. Você pode conseguir estes dados com a Polícia Federal ou ainda na Federação dos Vigilantes do seu Estado.

Exija a apresentação de um projeto de segurança

Não se contente em apenas receber um orçamento. Exija, além disso, na contratação um projeto de segurança. Esse documento deve incluir a análise de risco, normas e procedimentos e um plano de contingência para ações emergenciais.

Certifique que a empresa opera dentro da legalidade

Para que uma empresa de segurança seja autorizada a funcionar, ela precisa atender alguns requisitos. Entre eles podemos citar:

  • Ter sob contrato de trabalho 30 vigilantes para as funções de vigilância privada ou 16 vigilantes para transporte de valores
  • Ter capital social não inferior a 100 mil UFIR
  • Ter instalações próprias
  • Ter autorização para funcionamento emitida pelo Ministério da Justiça ( atualizada e revista anualmente) que comprove que a empresa segue as normas que regulamentam a atividade de vigilância
  • Ter competência técnica e habilitação legal, comprovada pelos seguintes documentos: Certificado de Segurança da Polícia Federal,  Carteira Nacional de Vigilantes e comprovante do pagamento dos salários (certidão negativa de débito com o INSS e o FGTS) e documentos que comprovem a quitação dos encargos sociais.

São somente empresas idôneas que atendem a todos esses critérios. O que não é o caso das clandestinas. Portanto, fique atento!

Para aprofundar sua leitura e aprender mais sobre segurança e vigilância armada, não deixe de conferir outros assuntos relacionados no Blog do Grupo Segura. Acompanhe para se manter informado!

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